Difícil prá mim falar das coisas simples.
Fácil prá mim sentir as coisas simples.
Algo me deixa aflito. Deixa-me no ar.
Vida solta. Solta a vida!...Deixe-a reinar.
Mergulho em mim, e nada encontro além do que sou
É mar imenso, sem referencial. Não sei onde estou.
Tempo? Espaço? Nada disso é palpável.
O que sou além do que mostro ser?
Aonde vou? Se nem sei aonde cheguei!
Mar de mim mesmo. Preso estou.
Se me solto, prá onde vou?
Ir e vir. Ondas no meu mar
Sem rumo e em todos os rumos.
Eu flutuo... Eu mergulho...
Continuo não sabendo onde estou.
Como preencher meu coração vazio?
Prá quem tem esperança o tempo é "quando"
Prá quem tem saudade o tempo é "ido"
Prá quem não tem rumo, todo o tempo é sofrido!.
Melhor tempo nenhum,
Melhor nenhum lugar
Melhor partir do que ficar.
Na eternidade dessa dúvida.
Na crueldade da mentira.
Na solidão do não ser.
Prefiro a paz da ascese
Prefiro a mansidão de saber...
Que do outro lado da vida
Há alguma razão escondida
Que justifique o viver!
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
sábado, 1 de setembro de 2007
O teste das cores...

A falta de ter o que fazer é MARAVILHOSO, principalmente para mim que vivo olhando para o relógio...
Não acredito e não sou muito de fazer testes,tipo esses que tem em revistas ou em alguns sites, mas esse q fiz é bem legal e é exatamente o que sou:
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer causar impressão favorável e ser reconhecido. Precisa sentir-se querido e admirado. É sensível, magoa-se facilmente se não o notam, ou se não lhe dão tratamento adequado.
Opõe-se desafiadoramente a qualquer tipo de restrição ou oposição. Apega-se obstinamente as suas próprias convicções, na crença de que isto prova sua independência e autodeterminação.
Suas preferências reais:
É sensível; necessita de ambientes estéticos ou de cônjuge igualmente sensível e compreensivo, com quem possa compartilhar de uma intimidade aconchegante.
Sente-se frustrado em seus desejos e impedido de obter as coisas que considera essenciais.
Sua situação real:
Quer ampliar seus campos de atividade e insiste em que suas esperanças e idéias são realistas. Está angustiado pelo medo de que possam impedi-lo de fazer o que quer; precisa de condições calmas e de tranqüila reafirmação, para recuperar a confiança em si.
Insiste em que suas esperanças e ideais são realidade, mas precisa de reafirmação e estímulo. É egocêntrico; portanto ofende-se com facilidade.
O que você quer evitar:
Acha que somente pelo comedimento continuo é que pode esperar manter sua atitude de superioridade individual. Quer ser amado ou admirado apenas por si mesmo; precisa de atenção , de consideração e da estima dos outros. Em suma: Exige estima como um individuo excepcional.
Seu problema real:
Teme que o impeçam de alcançar as coisas que deseja e exige, portanto, que os outros reconheçam o seu direito a elas.
O medo de que possam impedi-lo do obter o que deseja impulsiona-o a recorrer a todos os tipos de expedientes, para poder afirmar categoricamente que nada existe que tenha valor.Esta opinião destrutiva é o método para ocultar seu desespero e a sensação de profunda futilidade que o assalta.
http://www.bne.com.br
Amar
Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
domingo, 19 de agosto de 2007
Grêmiooooooo!!!!

Serei Gremista mesmo que a bola não entre...
Mesmo que o Olímpico se cale...
Mesmo que o manto sagrado desbote ...
Mesmo que a vitória esteja longe ...
Serei Grêmio !!!
Seja longa a jornada ...
Seja dura a caminhada!!
GRÊMIO no peito e na alma, no grito e nas palmas...
Serei Grêmio até a morte e alem dela também, por que depois que morrer eu viverei eternamente no AZUL CELESTE !!!!
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